Porque investir em cultura?
Ainda vida com uma guitarra

De 1988 até hoje, foram enormes as mudanças promovidas nos modelos de gestão de empresas, nos objetivos e meios de comunicação, na forma de encarar o relacionamento com os funcionários, no posicionamento das marcas, na abertura de limites promovida pela globalização, no contexto social em que as organizações se inserem, nas demandas e expectativas dos consumidores, enfim, nos mais variados aspectos relacionados ao marketing e à cultura.

 

Sendo assim, não é de estranhar que os objetivos atualmente perseguidos com um programa de marketing cultural também tenham sido ampliados.

Os principais objetivos buscados com a realização de investimentos em cultura são, em ordem decrescente, ganho de imagem institucional, agregação de valor à marca (que, em última instância, também diz respeito à imagem) e reforço do papel social da empresa (que vem ganhando foco com a difusão do conceito de responsabilidade social
corporativa).

 

E quando a tecnologia e os atributos básicos dos produtos e serviços deixam de fazer a diferença, as empresas e marcas podem passar a ter de explorar outras frentes para chegar ao consumidor e se fazer preferir. Muito se falou na qualidade do serviço. Mais do que isso, o que se percebe agora é a necessidade da empresa/marca criar laços com o consumidor, lançando suas bases na esfera emocional, já que os benefícios funcionais passam a ser tão semelhantes entre um produto e seus concorrentes, que não justificam mais a decisão de compra por um em detrimento do outro.


Em um mercado de marcas padronizadas, o fator de diferenciação mais eficiente entre marcas é a emoção que cada produto oferece e gera no consumidor.

 

E a cultura é uma inesgotável fonte geradora de emoção, empatia, identificação. Por isso, investir em cultura, é cativar o seu consumidor no seu processo de desição de compra.

Por:  Igor Cayres

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